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Como os adventistas reagiram à pandemia de 1918?

Nos anos de 1918-1919, a chamada gripe espanhola fez milhões de vítimas ao redor do mundo. Nessa época, a I Guerra Mundial já estava em seu fim deixando um rastro terrível de perdas humanas e economias arrasadas. Nesse cenário de crise e destruição, como os adventistas reagiram? Os documentos que consultei mostram algumas respostas na comunidade de adventistas do sétimo dia nos Estados Unidos, país cuja população foi atingida severamente por três ondas da pandemia, tendo um número estimado de 500 mil a 675 mil pessoas mortas em consequência da infecção.  Algumas razões da disseminação foram: - A demora em aceitar a periculosidade da doença : em janeiro de 1918, um médico da região de Haskell, no Estado do Kansas, alertou as autoridades sanitárias a respeito de um forte aumento nos casos de influenza. Em março, a base militar de Funston registrou 1.100 soldados infectados. O vírus foi se espalhando por outras bases militares rapidamente e logo passou a fazer vítimas nas grandes cidades.

Sabedoria x Estupidez nestes dias maus

"Nas minhas reflexões sobre estes tempos que vivemos no Brasil e a necessidade cada vez mais crescente de humanização e de paz, deparei-me com o ensaio "As Leis Fundamentais da Estupidez" [escrito pelo professor da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), o italiano Carlo Cipolla, em 1976]. Com ele, veio a compreensão de que o que estamos vivendo em nosso país é a estupidez humana tornada pública em tal nível que ganha ares de triunfo pela visibilidade que as mídias digitais lhes proporcionam. "Digo isto baseada na Terceira Lei Fundamental da Estupidez, que Cipolla chama de Lei de Ouro. É a própria definição do termo, muito mais profunda do que a que eu vivenciava: UMA PESSOA ESTÚPIDA É UMA PESSOA QUE CAUSA UM DANO A UMA OUTRA PESSOA OU GRUPO DE PESSOAS, SEM, AO MESMO TEMPO, OBTER QUALQUER VANTAGEM PARA SI OU ATÉ MESMO SOFRENDO UMA PERDA. "Sim! Pedir intervenção militar num país cujas feridas dos 21 anos de ditadura militar ainda estão abertas, e qu

o adventista Little Richard

Foi num sábado que faleceu aos 87 anos o mais famoso ex-aluno da universidade adventista Oakwood College: o cantor Little Richard. Ele mesmo, um dos pioneiros do rock, que cantou sucessos como "Tutti Frutti" e "Good Golly Miss Molly", o homem do inconfundível  wop-bop-aloo-bop-alop-bam-boom . Assim como vários outros cantores, Little Richard foi criado nos bancos de igrejas evangélicas da América. No auge do sucesso, em 1957, se sentindo em falta com sua fé e passando por problemas financeiros, anunciou que estava deixando tudo para se tornar pastor. Pesou nessa decisão um incidente em que uma forte turbulência afetou a aeronave onde ele viajava e Richard disse ter visto luzes brilhantes de anjos protegendo o voo, o que ele tomou como um sinal de Deus. Ele, então, foi estudar em Oakwood e durante cinco anos só gravou música gospel. Durante esse período, ele participou de uma campanha evangelística ao lado do pregador adventista E. E. Cleveland. Na ocasi