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Mostrando postagens de Abril, 2013

a história da música só no gogó

Assista; depois a gente conversa.



O som dessa turma é muito bom. Tudo bem que deram pouco tempo para as músicas anteriores ao século 20. Dos 4 minutos do vídeo, apenas 30 segundos para nove séculos de música.

Eu sei que se cada pessoa gravasse uma história da música, cada gravação teria uma seleção musical diferente, com o tempo concedido aos estilos musicais obedecendo a preferência de cada um.

Se você é professor de música, você já viu muitas formas de usar esse vídeo do Pentatonix em sala de aula:
1) Tentar identificar que músicas são cantadas no vídeo
2) Falar de qualidade vocal
3) Abordar os estilos musicais ao longo da história
4) Discutir a pouca amostragem de música anterior ao século 20
5) Questionar a ideia de "evolução" da música
6) Motivar a criação de uma história da música individual
7) Incentivar grupos de alunos a gravarem um trabalho semelhante ao do Pentatonix (a capella, instrumental, etc)

100 palavras: em busca da igreja perdida

mente, caráter e musicalidade - parte 2

Esse texto visa responder algumas questões que circulam em igrejas evangélicas, como o efeito da música sobre o ser humano e a definição de música sacra. Os temas tratados aqui estão comentados de forma resumida. Se persistirem os sintomas de interesse, procure os especialistas disponíveis nos melhores livros.

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Encerrei a 1ª parte deste texto (leia aqui) com a questão: “Se não há moralidade inerente à música (música sem letra), qualquer estilo pode ser considerado sacro?” Então, “é a letra que torna uma canção sagrada, e não sua melodia”, como diz o pastor Rick Warren?[1]
No entanto, não é a letra que de fato sacraliza qualquer melodia, como alega Warren. Se fosse assim, a canção popular “Foi Deus Quem Fez Você”, cantada por Amelinha, seria música sacra. Essa canção mostra Deus como Criador, e ainda que faça menções ao sagrado, seu uso não é de ordem religiosa ou litúrgica. O Réquiem de Mozart é considerado música sacra (erudita), mas em 1903, o papa Pio X decidiu…

de onde vêm as boas ideias?

As ideias geniais são representadas por uma lâmpada, mas não surgem num passe de mágica.