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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por casinha de bonecas do Bial

a casinha de bonecas do Bial

Janeiro é o tempo das dietas e chuvas de verão. Até que as águas de março rolem por baixo da ponte, muito big brother vai despontar para o anonimato, como o cro-magnon Kleber Bambam, ou alterar o nome de guerra, como Grazi Massafera, agora Gra zz i com dois "Z", de zapear de canal, de zero talent ou de zzzz. Pra mim tanto fazz como tanto fezz . Eles e elas suportarão vergonhas e vexames estoicamente. Mesmo porque vexame, inibição e senso de ridículo são vocábulos ausentes do idioma dos moradores da casinha de bonecas do Bial. Pedro Bial, que trocou as acelaradas reportagens internacionais pelo piloto automático de mestre de cerimônias da encenação da realidade (esta é a tradução certa de reality show), revelou-se o anfitrião da casa de bonecas perfeito para narrar as fantásticas peripécias de acasalamento de anônimos, para alcovitar as estrepolias eróticas de desocupados, para realizar-se como Guia deste inferno dantesco que assola o verão. E paro por aqui, que estes adjetivo...

A CASINHA DE BONECAS DO BIAL

Janeiro é o tempo das dietas, amores e chuvas de verão. Até que as águas de março rolem por baixo da ponte muito BBB vai despontar para o anonimato, como o cro-magnon Kleber Bambam na Turma do Didi, ou aparecer junto com o Tarcisio Meira nas páginas da vida global, como Grazi Massafera. Sucesso ou vexame, não tem problema. Ele/ela suportam estoicamente. Mesmo porque vexame, inibição e senso de ridículo são vocábulos ausentes do idioma dos moradores da casinha de bonecas do Bial. Pedro Bial, que trocou as reportagens internacionais pela fabricação de crônicas dignas da piada do Casseta e Planeta, revelou-se o anfitrião da casa de bonecas perfeito para narrar as fantásticas peripécias de acasalamento de anônimos, para alcovitar as estrepolias eróticas de desocupados, para realizar-se como Guia deste inferno dantesco que assola o verão. E paro por aqui, que estes adjetivos já estão parecendo com, sei lá, umas crônicas do Bial, e já estou até ofendendo a memória de Alighieri e sua comédia ...

casa de vidro, vida de ficção

Dentro, eles vão de um lado para outro, fazem gracinhas, se exibem por todos os cantos. Fora, uma platéia acena, sorri das brincadeiras, se diverte e fotografa, mas não pode dar comida a quem está dentro. Cena de um domingo no zoológico? Na verdade, são 4 candidatos disputando uma vaga no concurso mais concorrido do início de cada ano: o de entrar na casa do Big Brother Brasil. Embora, se bem comparando, qual seria mesmo a diferença entre os gorilas do zoo e os concorrentes do BBB? Maíra, uma das duas distintas moçoilas disputantes diz, meio constragida: “É, me sinto como um macaquinho”. O constrangimento é menor do que a frase e ela logo volta ao seu papel de... bem, ela que disse! A jaula lhes permite ver quem está de fora, quem está fora acena pedindo uma gracinha, os de dentro respondem tirando parte da roupa, a malta se agita querendo ver o espetáculo dos homens ocos e das alegres comadres da casa de vidro. Tudo por um milhão? Ajuda, mas para eles basta a glória de aparecer, mãe,...