11 abril, 2008

Notas semínima noção

O que o garoto do quadro ao lado vai ser quando crescer? Músico é que não vai querer ser. Ou então já é o músico mais tímido de todos os tempos. Não se espera, hoje, que um professor vá colocar seu aluno nessa posição, a menos que queira castigar o garoto. Pode ser que ele tenha aprontado uma como a daquele moleque que chegou pra aula de violino e o professor lhe pergunta: “Estudou as duas peças que lhe passei?”. E o garoto, pimpão: “Claro que sim”. Foi quando menino viu, estirado num canto, o violino que tinha esquecido em sala na aula passada.

Jorge Coli coletou algumas “peças” musicais no Caderno Mais da Folha de S. Paulo. Cá por mim, não sei dizer se as frases a seguir são de autores que não levaram a sério os estudos ou que não levam a sério a internet. Ou as duas coisas.

Bach está morto desde 1750 até os dias de hoje.

Ópera é uma canção que dura mais de duas horas.

O Bolero de Ravel foi composto por Ravel.

A harpa é um piano pelado.

Mozart morreu jovem. Sua maior obra é a trilha do filme Amadeus.

Os maiores compositores do Romantismo são Chopin, Schubert e Tchaikovski. No Brasil, são Roberto Carlos e Daniel.

Meu compositor preferido é o Opus.

Carmen é uma ópera e Carminha Burana é sua filha.

John Cage inventou os 4 minutos de silêncio.

Há uma espécie de Corais feitos por Bach, que se chamam Florais e são usados como remédios milagrosos.

Messias é uma missa de Handel cuja originalidade é ter muitos aleluias.

As Fugas de Bach são famosas porque ele não queria ficar preso em nenhum sistema.

Música atonal é aquela sem som ou que explorou o não-som, mais ou menos quase um anti-som. Seus mais importantes criadores são da família Berg: Schoenberg, Albanberg e Weberg.

E assim caminha o anedotário (involuntário?) do mundo da música. Você conhece mais algum?

2 comentários:

Michelle disse...

adorei... só sorrisos!

sergio disse...

olá, joezer.
talvez vc já conheça, mas tem o livro do henrique cazes: Cento e tantas histórias engraçadas sobre música e
músicos